Furto de energia já levou 69 pessoas para a cadeia em Rondônia no primeiro semestre de 2026
- 30 de jun.
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O combate ao furto de energia elétrica em Rondônia já resultou na prisão de 69 pessoas entre os meses de janeiro e junho de 2026. As detenções ocorreram durante operações realizadas após denúncias e inspeções técnicas que identificaram ligações clandestinas e fraudes na rede elétrica.
Segundo informações da Energisa Rondônia, as ações contam com a atuação integrada das equipes da concessionária, da Polícia Militar e da Polícia Técnico-Científica (Politec). Após a identificação de indícios de irregularidades, a Polícia Militar é acionada para registrar a ocorrência, enquanto a perícia confirma tecnicamente a fraude.
As cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes concentraram o maior número de prisões no período. Também foram registrados flagrantes em Rolim de Moura, Vilhena, Cacoal, Guajará-Mirim e Candeias do Jamari.
Além de ser considerado crime, o furto de energia representa um grave risco à segurança. Ligações clandestinas podem provocar choques elétricos, incêndios, danos à rede de distribuição e interrupções no fornecimento de energia para bairros inteiros. De acordo com a concessionária, a pena para esse tipo de crime pode chegar a oito anos de prisão, conforme as circunstâncias do caso.
Outro impacto destacado é o prejuízo financeiro para toda a população. A energia desviada é contabilizada como perda no sistema elétrico, aumentando os custos operacionais e afetando os consumidores que pagam suas contas regularmente.
A Energisa reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 190, da Polícia Militar, ou pelo 0800 647 0120, da concessionária. As informações são tratadas sob absoluto sigilo e auxiliam no combate às fraudes e na segurança da rede elétrica











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