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Guajará-Mirim - CRISE NO HOSPITAL REGIONAL JÚLIO PEREZ: servidores denunciam salários atrasados e cobram resposta imediata

  • 18 de mai.
  • 2 min de leitura

Profissionais da saúde que atuam no Hospital Regional Júlio Perez denunciaram atraso no pagamento dos salários e afirmam viver um cenário de indignação e insegurança diante da falta de posicionamento oficial da empresa terceirizada responsável pela gestão dos serviços na unidade hospitalar.


Segundo relatos recebidos por veículos de imprensa da região, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, psicólogos e profissionais do serviço social ainda não receberam os vencimentos referentes ao mês atual, mesmo após o prazo habitual de pagamento, que tradicionalmente ocorre até o dia 10.


A denúncia ganhou repercussão nas redes sociais e gerou forte revolta entre os trabalhadores, que afirmam continuar atendendo normalmente a população, apesar das dificuldades financeiras provocadas pelo atraso salarial.


“Nosso trabalho merece respeito. Pagamento em dia já”, diz uma das mensagens divulgadas por servidores ligados à unidade hospitalar, refletindo o sentimento de desgaste enfrentado pelos profissionais da linha de frente da saúde pública.


Os trabalhadores também cobram transparência e uma manifestação urgente da empresa responsável pela administração terceirizada do hospital. Segundo as denúncias, até o momento nenhuma justificativa oficial teria sido apresentada sobre os motivos do atraso.


O caso aumentou a preocupação dentro da unidade, principalmente pelo risco de impactos no funcionamento dos serviços hospitalares caso a situação não seja resolvida rapidamente.


Em nota divulgada à imprensa, a Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) informou que os repasses seguem dentro do cronograma administrativo previsto e que os processos relacionados ao contrato do Hospital Regional de Guajará-Mirim estariam em tramitação para pagamento. A pasta também afirmou que os atendimentos seguem normalmente e que nenhum serviço foi interrompido.


Mesmo com a nota oficial, profissionais continuam cobrando uma solução imediata e alertam para o desgaste emocional e financeiro causado pelo atraso dos salários, especialmente para servidores que dependem exclusivamente da remuneração para sustentar suas famílias.


O espaço permanece aberto para manifestação da empresa responsável pela gestão da unidade hospitalar.

Redação



 
 
 

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