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Rondônia e Pará lideram ranking de assassinatos por conflitos agrários, aponta relatório

  • 27 de abr.
  • 2 min de leitura


Os estados de Rondônia e Pará lideram o número de assassinatos por conflitos agrários no país em 2025: ambos com 7 mortes, cada. Os dados são do relatório anual da Comissão Pastoral da Terra (CPT) divulgado nesta segunda-feira (27).


Um dos casos citados pelo relatório é um massacre que ocorreu em junho de 2025 em Vilhena (RO). Na ocasião, o assessor de vereador Álex Oliveira, 44 anos, sua esposa Luciana Cristiano de Souza, 36 anos, e o caseiro Josenir Vieira de Oliveira foram encontrados mortos.


No relatório, a CPT classifica Josenir como posseiro e as outras duas vítimas como aliados. Ainda assim, Rondônia segue sendo um dos estados que mais mata trabalhadores sem terras.


Os dados da série histórica, entre 2016 a 2025, mostram que os estados do Pará e Rondônia concentram 79,84% dos assassinados de pessoas sem terra no período.


Aumento dos assassinatos


Em comparação com o ano anterior, os assassinatos por conflitos no campo dobraram no Brasil: de 13 para 16 ocorrências. A Região Norte do país concentra pouco mais de 61% dos casos.


Quando o recorte é por estado, os dados apontam que em Rondônia houve um aumento de 600% nas mortes em relação a 2024. Esse foi o maior aumento entre os estados da federação. Casos sem solução


Mortes de lideranças, trabalhadores rurais e outras pessoas que denunciavam grilagem de terras e exploração ilegal de madeira em Rondônia continuam sem resposta, mesmo após mais de 10 anos dos crimes. Os casos são investigados pela Polícia Federal (PF).


Entre os assassinatos levados à esfera federal estão os de Renato Nathan Gonçalves, Gilson Gonçalves, Élcio Machado, Dinhana Nink, Gilberto Tiago Brandão, Isaque Dias Ferreira, Edilene Mateus Porto e Daniel Roberto Stivanin. Fonte: G1/RO




 
 
 

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