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Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer nesta quinta; veja o que muda e como o valor foi calculado

  • Foto do escritor: norte brasil
    norte brasil
  • 1 de jan.
  • 2 min de leitura

O novo valor do salário mínimo nacional, de R$ 1.621, começa a valer a partir desta quinta-feira (1º).

O reajuste é de 6,79% em relação ao piso anterior, de R$ 1.518, e reflete a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) em 12 meses até novembro, somada a um ganho real limitado pela regra do arcabouço fiscal.


  • abaixo do previsto no Orçamento de 2026 (R$ 1.631);

  • menor do que a estimativa do governo do fim de novembro (R$ 1.627).


Quem recebe o salário mínimo (ou múltiplos dele) ou benefícios vinculados a esse valor, como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), já recebe o total reajustado no início de fevereiro.


Entenda abaixo como funciona o salário mínimo, qual a regra de reajuste e como essa mudança impacta a economia brasileira.


Como funciona o salário mínimo?


Como o nome já indica, o salário mínimo é a menor remuneração que um trabalhador formal pode receber no país.


Para o Dieese, o salário mínimo mensal necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.067,18 em novembro desse ano, ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518.


Além disso, pela Constituição, o salário mínimo tem que ser reajustado ao menos pela inflação, para garantir a manutenção do chamado "poder de compra". Se a inflação é de 10%, o salário tem de subir pelo menos 10% para garantir que seja possível comprar, na média, os mesmos produtos.


Nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro, o reajuste do salário mínimo seguiu exatamente essa regra. Foi reajustado apenas pela inflação, sem ganho real. No mandato de Lula, o salário mínimo voltou a subir acima da inflação.


Para impedir um crescimento maior da dívida pública, e consequentemente dos juros cobrados do setor produtivo, alguns economistas defendem, porém, que o piso dos benefícios previdenciários deixe de ser vinculado ao salário mínimo, e que volte a ter correção apenas pela inflação.



Fonte: G1/RO

 
 
 

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